quarta-feira, 14 de outubro de 2009

À vista


Aos 12, fiz um óculos de vidro
para fingir que era de grau.
Aos 31, não posso mais
fingir que não enxergo:
Cada escolha é mortal.

13 comentários:

Mariana Botelho disse...

ótemo! rsrs

Anônimo disse...

Nao és um observador distante da vida.

Luciane disse...

Valeu Mari! :)
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Com certeza não sou... Aliás, a terapia faz a gente ver as coisas mais de perto do que nunca...não dá para ficar anônimo na vida.

marjoriebier disse...

As cegueiras são opcionais...

Renata de Aragão Lopes disse...

Muito bom, Lu!
Comecei o dia sorrindo. : )

Beijo.

Anônimo disse...

A visão caleidoscópica da terapia...

Luciane disse...

Verdade, Marjorie...Algumas até são inconscientes, ams se a gente estiver disposto a gente enxerga, por mais que doa, ne? Beijo e adoro teus comentários por aqui!
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Que bom Re! Teu elogio é sempre muito bem-vindo! (criticas também, lógico!) :) Beijo!
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E são tantas as possíveis verdades que se mostram nesse caleidoscópio terapêutico que as vezes ate cansa! Mas vale muito a pena...

Lara Amaral disse...

Sua síntese poética das responsabilidades de ser "grande" ficou muito criativa. Legal essa sua forma de escrever =).

Beijos, Luciane! (Agora acertei, o último foi erro de digitação mesmo, hehe).

Filipe disse...

Lu, toda a filosofia de um excelente haiku no seu texto!

É um prazer te ler sempre!

Beijos!

Luciane Slomka disse...

Oi Lara, obrigada! Tuas contribuições aqui é que sempre são muito boas! Beijos!
***
Que bom, Filipe! Muito obrigada! E depois tem que divulgar teu livro por aqui hein? Bjo! :)

Marcos Satoru Kawanami disse...

surpreendente.

Luciane Slomka disse...

Obrigada, Marcos! :)

Marcelo Novaes disse...

É isso.




Quer-se crescer cedo. E depois, mais tarde, tem-se de pagar o preço. Maior que duas lentes.





Muito bom.








Beijos,









Marcelo.