quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cena II

"Porque os abismos não se cansam de mim. E eu, que sempre corri para buscar refúgio em teus braços, percebi que não eras tu quem me deixava escapar. Eu é quem sempre fui escorregadia"

5 comentários:

  1. Incrível!

    Vim pronunciar
    o mesmo UAU da Dani
    logo acima!

    Também sou
    uma mulher de abismos
    que eu mesma crio...

    Beijo, querida!

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  2. "percebi que não eras tu quem me deixava escapar. Eu é quem sempre fui escorregadia"
    bá, isso é demais LU! está entre haspas por que não são tuas palavras ou por que não gostaria que fossem?
    beijo grande
    N

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  3. São minhas palavras, Nádia. Não sei porque coloquei aspas...acho que é porque eu quero ter certeza de que faço literatura...vai entender...que bom que tu gostou... Beijao!

    E Dani e Re, que bom que gostaram também! Beijos

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  4. Oi, belo texto, pretendo voltar
    com mais calma, mas deu pra sacar tua tendencia a te tornares PONTE, PASSAGEM E ENCONTRO. Tenho comigo que para este contato com a arte, seja em qual setor for, precisamos desnudar-nos, já que na realidade perante a ela nada somos além de meras ferramentas, e isso é mara- vilhoso, poder ser o éco de algo que esta além, muito além de simplesmente profundo.
    "Quanto mais distante o artista esta de sua obra, mais completa ela fica" OSHO. Parabéns Lu, DEIXA..., SER!
    Se puderes meu blog um de meus blogs - http://coisasdovento.blogspot.com/
    e um presente pela simpatia
    http://www.youtube.com/watch?v=hPBtn1UbG70. julio cesar

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