quarta-feira, 14 de outubro de 2009

À vista


Aos 12, fiz um óculos de vidro
para fingir que era de grau.
Aos 31, não posso mais
fingir que não enxergo:
Cada escolha é mortal.

12 comentários:

  1. Nao és um observador distante da vida.

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  2. Valeu Mari! :)
    ***
    Com certeza não sou... Aliás, a terapia faz a gente ver as coisas mais de perto do que nunca...não dá para ficar anônimo na vida.

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  3. As cegueiras são opcionais...

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  4. Muito bom, Lu!
    Comecei o dia sorrindo. : )

    Beijo.

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  5. A visão caleidoscópica da terapia...

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  6. Verdade, Marjorie...Algumas até são inconscientes, ams se a gente estiver disposto a gente enxerga, por mais que doa, ne? Beijo e adoro teus comentários por aqui!
    ***
    Que bom Re! Teu elogio é sempre muito bem-vindo! (criticas também, lógico!) :) Beijo!
    ***
    E são tantas as possíveis verdades que se mostram nesse caleidoscópio terapêutico que as vezes ate cansa! Mas vale muito a pena...

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  7. Sua síntese poética das responsabilidades de ser "grande" ficou muito criativa. Legal essa sua forma de escrever =).

    Beijos, Luciane! (Agora acertei, o último foi erro de digitação mesmo, hehe).

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  8. Lu, toda a filosofia de um excelente haiku no seu texto!

    É um prazer te ler sempre!

    Beijos!

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  9. Oi Lara, obrigada! Tuas contribuições aqui é que sempre são muito boas! Beijos!
    ***
    Que bom, Filipe! Muito obrigada! E depois tem que divulgar teu livro por aqui hein? Bjo! :)

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  10. É isso.




    Quer-se crescer cedo. E depois, mais tarde, tem-se de pagar o preço. Maior que duas lentes.





    Muito bom.








    Beijos,









    Marcelo.

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