
Antes a visão
era surda
o ouvido, cego
o gosto arranhava
e eu ainda sorria
Agora os sentidos
voltaram aos seu lugares
e o meu sexto me diz:
Renova e cresce
era surda
o ouvido, cego
o gosto arranhava
e eu ainda sorria
Agora os sentidos
voltaram aos seu lugares
e o meu sexto me diz:
Renova e cresce
A ordem natural das coisas nos chacoalha.
ResponderExcluirBeijos, moça.
Ainda bem, né, Lara?
ResponderExcluirBjos e que boa tua presença por aqui! :)
O sexto sentido nunca erra...
ResponderExcluirBjs, Lu querida!
Inspirado nesse seu poema todo sensitivo e sensível, tirei um meu da gaveta pra colocar no AS OUTRAS PALAVRAS.
ResponderExcluirAdorei, Luciane!
=))
Beijocas!
Fenomenal, Lu!
ResponderExcluirOs sentidos fora de órbita!
E o sexto... apuradíssimo!
Um beijo.
Com certeza, Wania. Eu confio no meu também! Beijo!
ResponderExcluir***
Que legal, Filipe, vou lá ver! Obrigada! Bjo!
***
Ah, Re, esses elogios vindo dessa super poeta me enchem de alegria. Valeu, guria! Beijos!
Luciane! Dá-me tuas palavras e toda tua nua sinestesia... Belo poema! 12 beijos 1 abraço.
ResponderExcluirCristiano Siqueira