sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A cura


Não é mais o teu olho que me sara
Agora o mundo é meu espelho
Não necessito do teu conselho
Porque sou eu quem me ampara

Recolhi as velas ao meu vento
Porque é só fechando meu corpo
abrindo mão do que chegou torto
que posso me acarinhar por dentro.

Sarar não é o mesmo que arder
Porque o que sara nem sempre cura
E não se sabe o quanto a vida é dura
Até viver a nobre lição do perder.

8 comentários:

  1. Liiiiindo, Lu!!!

    Porque sou eu quem me ampara

    Descobriste a cura!!!


    Bjão carinhoso pra ti

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  2. Obrigada Wania, querida! Não sei se já descobri, mas que eu tô quase ah isso eu tô! :)
    Que bom te ter aqui!

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  3. Adorei i teu recadinho pra mim no blog da minha empresa. Vou te colocar na listinha de favoritos! Eu nem sabia que tinhas blog.
    Obri pelo carinho!
    Beijoooo!

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  4. O que sara
    nem sempre cura...

    Verdade...

    Beijão, Lu!

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  5. ExorcizaR sara mesmo. Isso que te cura Luciane. Lindo, direto, tocante. Espero que tenha escrito pra ti...do contrário não sara. beijo

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  6. Que bom, Débora! Foi de coração! Bem-vinda por aqui!

    Só sarar muitas vezes não é o bastante né, Renata? Obrigada por estar sempre por aqui!

    Tudo isso aqui é para mim, boy. Um lugar para expressar o que é de mais meu. Ou demais meu. Que bom que tu gostou.

    Beijos

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  7. Para algumas coisas realmente nao há cura apenas saram , param de sangrar , mas ficara ali pra sempre...

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  8. Sim, Du, mas se a gente não trasnformar as dores em algo novo vamos só ficar presos no que perdemos, e nada de novo poderá surgir!

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